Escolha por cores

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Dicas Como usar?

A gravata deve ser usada com as duas pontas na altura do furo do cinto. Nunca use por dentro da calça ou sobre a barriga. Prendedores são elegantes, mas use-os no ponto correto - 20 cm acima da ponta da gravata, prendendo-a à camisa.


Quando usar?

A cada manhã, escolhe-se uma gravata de acordo com a disposição ou o tipo de compromisso que se vai ter no dia. Embora seja um complemento da roupa, a gravata pode mudar completamente o espírito do que se está vestindo. Nessa questão do uso da gravata, é fundamental relembrar que ela é um cartão de visita, porque é a primeira coisa a atrair a atenção num homem, principalmente num almoço ou numa reunião.


Porque usar?

A gravata, por obedecer a um estilo pessoal (e não mais a regras sociais), tem a função de reafirmar a personalidade de quem a veste. Por isso, gravatas não são só um adorno, mas um elemento de construção do seu estilo pessoal. Por meio delas, o homem pode deixar expandir a sua fantasia e revelar sua própria visão do mundo, assinalando sua presença. Como se vê, algo bastante importante para um componente aparentemente tão supérfluo.


Qual usar?

É importante prestar atenção às padronagens. Gravatas lisas usadas sobre camisas também lisas, em tom sobre tom, são elegantes. A liberdade no uso de roupas hoje em dia permite até mesmo gravatas listradas sobre camisa xadrez, desde que empregado o bom senso na escolha das cores, e de preferência com um elemento clássico, como um paletó liso.


Mantenha-se atento aos limites do bom senso. Gravatas em tons berrantes, como vermelho ou roxo, só são adequadas se camisas e ternos forem em tons equilibrados, como branco e azul-claro, no caso das camisas, e tons escuros para os paletós. Com terno claro ou marrom, gravata berrante é inadmissível.


Também como forma de "abafar" as cores pode-se usar o colete, que deixa à mostra somente a parte de cima da gravata. Nos dias frios, esse papel pode ser cumprido pelo colete de malha.


  • Fonte:
  • Elegância, como o homem deve se vestir
  • Fernando de Barros, Negócio Editora.